Bah…rbatana! Em meio a anúncios de Copa do Mundo, de shows internacionais já realizados e filmes que já estão fora de cartaz, tenho tentado me ater a uma coisa: ler algumas reportagens das minhas revistas acumuladas. Uma pequena parcela deste acúmulo é desleixo meu. O restante é falta de tempo mesmo (pura desculpa).
Não entendo como depois de tanto sambarock, eletrofunk, sertasamba (ou sambanejo) ter invadido minha cabeça, ainda fui colar os olhos em um minúscula matéria sobre Eletrotango. Sei lá.
Fato é que a matéria foi publicada na revista Rolling Stone de… deixa ver… aqui, achei… junho de 2010, que possivelmente foi editada em maio (e já estamos quase em agosto). Mas nem por isso deixa de ser atual, né?
Eletrotango Globalizado. É assim que anunciaram a matéria. Impressionante como a palavra globalizado nos atrai. Então, acabei de ler a notinha, me interessei. Ao lado do computador, com o youtube sempre generoso, logo encontrei vídeos dos caras. Assisti a uns quatro ou cinco, nem lembro (isso fazem 30 minutos). Achei um deles mais ou menos, o resto não me agradou muito.
Como, de certa forma, perdi um tempinho com isso, vim compartilhar aqui. Talvez você não perca 30 minutos como eu, mas se leu isso até o fim, lá se foi quase um minuto e meio do seu precioso tempo (isso porque eu contabilizei no relogiozinho que tem no canto inferior direito da tela do meu computador).
Se quiser assistir o vídeo, o nome do grupo “eletrotangozista” é Gotan Project. É composto por um francês, um suíço e um argentino.



















