Monthly Archive for julho, 2010

Eletrotangozistas

Bah…rbatana! Em meio a anúncios de Copa do Mundo, de shows internacionais já realizados e filmes que já estão fora de cartaz, tenho tentado me ater a uma coisa: ler algumas reportagens das minhas revistas acumuladas. Uma pequena parcela deste acúmulo é desleixo meu. O restante é falta de tempo mesmo (pura desculpa).

Não entendo como depois de tanto sambarock, eletrofunk, sertasamba (ou sambanejo) ter invadido minha cabeça, ainda fui colar os olhos em um minúscula matéria sobre Eletrotango. Sei lá.

Fato é que a matéria foi publicada na revista Rolling Stone de… deixa ver… aqui, achei… junho de 2010, que possivelmente foi editada em maio (e já estamos quase em agosto). Mas nem por isso deixa de ser atual, né?

Eletrotango Globalizado. É assim que anunciaram a matéria. Impressionante como a palavra globalizado nos atrai. Então, acabei de ler a notinha, me interessei. Ao lado do computador, com o youtube sempre generoso, logo encontrei vídeos dos caras. Assisti a uns quatro ou cinco, nem lembro (isso fazem 30 minutos). Achei um deles mais ou menos, o resto não me agradou muito.

Como, de certa forma, perdi um tempinho com isso, vim compartilhar aqui. Talvez você não perca 30 minutos como eu, mas se leu isso até o fim, lá se foi quase um minuto e meio do seu precioso tempo (isso porque eu contabilizei no relogiozinho que tem no canto inferior direito da tela do meu computador).

Se quiser assistir o vídeo, o nome do grupo “eletrotangozista” é Gotan Project. É composto por um francês, um suíço e um argentino.

Hoje é dia do motociclista! ou do motoqueiro?

Aqui em São Miguel do Oeste, ocorre anualmente, um dos maiores encontros de motociclistas (ou motoqueiros?) do sul do Brasil – na minha opinião, foi um dos maiores, hoje não é mais. Ao longo de seis ou sete anos, tenho percebido que o número de motociclistas (ou motoqueiros?) também tem diminuído. Em contrapartida, noto um aumento de espectadores (pessoas que moram em SMOeste ou municípios próximos e prestigiam a festa todo ano). Talvez seja uma consequência natural da “comercialização” do evento. Um reflexo do ato de querer gerar lucro “para o comércio local”, talvez…

Alguns motociclistas (ou motoqueiros?) subjulgam profissões que envolvem motos; sentem-se superiores, penso eu. (Acredito que são sim, superiores, em alguns aspectos. Mas prefiro não comentar). Alegam que motociclista não é motoqueiro. Quando lhes perguntam coisas do tipo: como é ser um motoqueiro? A resposta é dada num categórico “motoqueiro não, motociclista sim!”

Pelas entrelinhas, querem fazer entender que motociclista é quem viaja em “motões” e atua em escritórios ou gabinetes. Querem fazer entender que os que utilizam as motos para trabalhar, são motoqueiros, não motociclistas. Entregadores de peças, de pizzas, de remédios… mototaxistas, motoboys… estes são motoqueiros, é o que dizem.

Sobre estes breves argumentos, fica fácil entender de onde vem este pensamento de superioridade. Vem da mídia. Ela nos faz acreditar que, ao comprar uma moto para trabalho, somos pessoas inferiorizadas. Nos instiga a trabalhar para comprar uma moto melhor e então desatolar deste lodo que é a desigualdade social. Querem que a gente se sinta diferente (ou seria superior?).

Contudo, vale frisar que a mídia não estampa em seus comerciais, este pensamento. Está velado; escondido nas propagandas, nas frases de efeito, nas formas de negociação… Mas há um lugar onde o pensamento “superior” é explícito: nas atitudes de quem é alienado (e acredita não ser) pelo condicionamento e o poder persuasivo da mídia. É o que percebo, sinto, vejo.

Então, pela lógica do discurso, certa vez fui um motoqueiro. Quem sabe um dia me torne motociclista. Mas se for prá demonstrar superioridade e hipocrisia, prefiro ser um eterno motoqueiro.

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Mais fotos, no Fotolog do tempo em que fui motoqueiro.

Grátis!!! Logotipos, ilustrações e artes!

Bah gente! Encontrei neste blog um baita texto sobre design. Creio que a autoria é do Morandini. Mas vou linkar aqui outro site que publicou este texto também. É o blog da Ligia Fascioni. Segue…

Grátis!!! Logotipos, ilustrações e artes!

“Não me peça para dar a única coisa que eu tenho para vender” (Cacilda Becker)

Aposto que a palavra GRÁTIS do título chamou a atenção, não é? Ah, eu sabia! Essa palavra é mágica! Ter algo bacana sem pagar nada por isso deve ser muito bom…

Nós, designers, (bota aí também os ilustradores e artistas gráficos) adoramos o que fazemos. Ninguém entra nessa área sem ter, no mínimo, muuuita paixão pelo que faz (particularmente, além da paixão, tenho um tesão indecente pelo design e um amor quase doentio por desenhar, criar e projetar). Isso leva muitas pessoas a confundir trabalho com prazer.

Nesses quase 23 anos de atuação, perdi a conta de quantos clientes, amigos e desconhecidos (!) me pediram logotipos, ilustrações ou ‘desenhinhos’ de graça. A maioria foi delicadamente recusada mas, confesso aqui publicamente meus pecados: já atendi alguns desses pedidos… Tá legal, vou falar a verdade… Já atendi VÁRIOS desses pedidos! (tenho culpa de ter muitos ‘amigos’?) Mas também tenho de dizer que, depois de longo tratamento já estou quase curado dessa incômoda patologia!

E, não estou falando de filantropia, pois quando identifico trabalhos sociais bem intencionados, faço questão de atender e ajudar. Falo de pedidos sem remuneração, feitos para atender necessidades comerciais e corporativas. Coisa que vai gerar retorno, seja de imagem, de público ou até mesmo financeiro (lucro, grana, dinheiro!!!).

Ao longo desses anos, esses pedidos assumiram as mais variadas formas e vieram disfarçados sob os mais diversos argumentos.

Seguem os mais comuns:

> Não precisa ter pressa… Quando você tiver cinco minutinhos sobrando você faz…

> No momento a grana está curta, mas assim que der retorno a gente acerta!> Faça esse trabalho de graça e no próximo eu nem pergunto o preço!> Pagar eu não posso, mas vou divulgar seu nome para todo mundo!

Continua…

Revolucionário, OChê

Encontrei esta tirinha num blog bem bacana de um cara chamado Rodrigo Leão. A historinha me fez lembrar do meu primeiro post aqui. Ou seja, me perguntei novamente: por que criar um blog?

Será que realmente é necessidade de escrever, se expressar? Ou são as novas mídias sociais que criam na gente o desejo de sair do anonimato?

17-05-2010_oche

Eita tempinho complicado

O tempo tá de brincadeira. Os últimos dias têm sido muito gelados. É garoa, chuva, barro… melequeira do caramba!

Hoje, quando pensei que teríamos um dia inteiro de sol, me animei. Fotografei o sol na ideia de fazer uma postagem sobre o clima, depois do meu almoço.

Infelizmente o tempo começou a fechar. O brilho desapareceu, está cinza. E do jeito que as coisas andam, é provável que chova ainda hoje.

Abaixo a foto de como São Miguel do Oeste amanheceu. Pretendo fazer um registro de como vai anoitecer para postar aqui. Valeu gente.

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Personalização de capacete

Encontrei num blog do Clic RBS, umas idéias bacanas retiradas de um site russo com possíveis personalizações de capacete. Obviamente estas imagens são montagens de computador. Mas há nada que impessa um bom grafiteiro de personalizar o “seu casco”.

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VEJA MAIS IMAGENS AQUI.

Homem skate. Haja peito!

Bah! Recebi indicação para assistir um stop motion muito cuiúdo! Gostei demais!

Na verdade recebi do Rafael Hoff, indicação de três vídeos stop motion. Mas o melhor foi o do skate.

Segue o vídeo aí.

Os outros são este e também este.

Fracasso na Caça ao Gelo II

Galera!

Fracasso total na Caça ao Gelo II desta quita-feira, infelizmente. Pulei cedo prá nada. Abaixo uma prova de que o registro foi fraco mesmo. Mas que fui, fui!!!

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Termômetro digital da Unoesc – São Miguel do Oeste – Em torno de 6h45 da matina.

Caça ao gelo II

Me tirem do freezer, por favor! Que friaca do baralho! É o retorno da era glacial.

Galera gente boa. Amanhã, logo cedo, pretendo saltar da cama, colocar a máquina no pescoço e sair para fotografar. Quero registrar alguns momentos desse inverno FDP!@#$%^!!!

Já que vou me empenhar, espero que seja a noite mais fria do ano no mundo! Não sei se ainda terei coragem e determinação para fazer isso novamente, pelo menos neste ano.

Enquanto isso, fiquem com algumas imagens da Caça ao Gelo I, que fiz ano passado, dia 25 de julho.

Trip 25-07-2009 - Caça ao gelo (4)

Trip 25-07-2009 - Caça ao gelo (6)

Trip 25-07-2009 - Caça ao gelo (17)

Continua…

Faca, lâmina de barbear e caco de vidro

Repito. Faca, lâmina de barbear e até cacos de vidro são utilizados para cortar o clitóris de meninas em países da África e da Ásia. Também há registros disso em tribos indígenas da amazônia peruana.

Ouvi poucas vezes falar em mutilação genital feminina, nunca dei muita bola. Mas ontem, infelizmente, assisti a um vídeo que me deixou desorientado.

Existem diversos aspectos envolvem esta prática. Algumas “justificativas” para o ato são de que: é uma cultura com mais de cinco mil anos de existência; faz parte da etapa onde a menina transforma-se em mulher; é uma forma para coibir adultérios; entre outras explicações…

Autoridades de alguns países já repensam esta prática. Há até políticas públicas para “capar a menina” em clínicas especializadas com condições mínimas de higiene e tratamento médico.

Coisa minha: Tentei me “inserir” naqueles povos. Mas sou ocidental. Isso quer dizer que não tenho (ainda) condições de entender a cultura deles. Mas meu ponto de vista como cidadão do ocidente, o que assisti ontem, é uma tremenda crueldade. Tirem suas conclusões.

Vídeo do UOL. (clique na imagem para assisitir)

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Vídeo do Youtube.

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