Contar uma piada. Quem um dia não se arriscou atuar de humorista para os amigos, durante um churrasco, uma cervejada no bar, uma excursão da faculdade… Rir é bom e faz bem à saúde. Uma pessoa bem humorada se destaca perante as outras. Quem anda com um “sorriso na alma”, aguça a criatividade, aumenta a capacidade sensorial e contagia ou irrita os que o rodeiam.
Mas… há diversas formas de se encontrar o humor. Em um filme, em boas ou más piadas, em um gesto ou expressão facial. Também pode nascer humor das coisas ruins, dos erros, das k-hagadas da vida. E tudo isso dito agora, pode ser traduzido em papel, na habilidade incomum do cartunista, do chargista, do caricaturista ou do quadrinista.
É sobre esses profissionais, ou melhor, sobre o quadrinista, especificamente, que abordei esse tema hoje. Tenho, raras vezes, contato virtual com um desenhista de histórias em quadrinhos do Paraná. Falo de Wellington Marçal. Ele trabalha com produção independente de HQ´s em Curitiba. Apesar de ser uma forma alternativa de informação, ainda é pouco reconhecida comercialmente. Mesmo assim, o cara continua a fazer diferentes tipos de trabalho, e claro, não perde o humor.
A quem quiser conhecer melhor as produções do Marçal, sugiro que acessem o blog dele, o Tira da Reta. Porque é rindo que se ri.
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