Camisetas bacanas

Aí moçada.

Em um dia de ócio, passei a pesquisar algumas camisetas com estampas criativas. Encontrei várias.

Como salvei os links, posto aqui somente a título de divulgação. Pode ser que alguém se interesse.

O bacana do negócio, é que, além da criatividade dos designers, o preço é acessível. Tem camiseta de R$ 18.

Além disso, há sites que permitem ao usuário enviar a estampa e ser um colaborador. Vale a pena dar uma “ciscadinha” por lá.

Valeu gente!

Os contrastes do Oiapoque e de Foz do Iguaçu

Clique aqui para abrir a galeria de imagens.

A região norte do país tem sido local de grandes investimentos em infraestrutura por parte dos poderes públicos. São estradas, pontes, ferrovias, estações de trem, indústrias. Tudo sob o discurso do progresso.

Por outro lado, existem os problemas. Ficam em evidência, as agressões ambientais, as realocações de comunidades, o confronto com os indígenas, a prostituição, o comércio de drogas e armas. Além disso, ainda permanecem os antigos costumes extrativistas, de ouro e madeira.

Mais para o sul do país, na fronteira com o Paraguai, os aspectos sociais e culturais são bem diferentes.

As estradas já têm asfalto; os aviões e aeroportos substituem os trens e as estações; e a indústria perde espaço para o comércio ilegal.

Embora existam contrastes entre o Oiapoque, no norte do Amapá, e Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, uma característica ainda permanece igual: é a vida sofrida de um povo trabalhador, desprovido, muitas vezes, de boas oportunidades.

Mas deixo estas questões para os políticos. Pelo menos, por enquanto.

Ao passar pelo Portal Terra, nesta semana, encontrei belíssimas imagens dessas duas cidades. Elas foram registradas pelo fotógrafo Fernando Borges, e mostram claramente o que acabo de escrever aí em cima.

Espero que curtam, pois vale a pena cada clique. E mais: todas as fotos possuem legenda. Belo trabalho. Valeu gente!

Boate no Oiapoque ao som de tecnomelody, o ritmo da moda – Foto de Fernando Borges – Portal Terra

Homens trabalham no garimpo horas antes de uma ação policial – Foto de Fernando Borges – Portal Terra

Paraguaios carregam caixas que serão enviadas ao Brasil – Foto de Fernando Borges – Portal Terra

Policial Federal faz abordagem para evitar o contrabando de cigarros – Foto de Fernando Borges – Portal Terra

Câmara Viajante

Há uns 20 dias, encontrei no blog FotoGlobo, o vídeo Câmara Viajante. Trata-se de um filme de 20 minutos (que pra mim mais parece um documentário) com depoimentos riquíssimos sobre como é ser um retratista, no norte do país.

Eu, por morar em Santa Catarina, achei incrível. Tudo foi novidade. Uma verdadeira poesia sobre a arte da fotografia.

Câmara Viajante from Leonardo Pinto Silva on Vimeo.

Um filme de Joe Pimentel, com fotografia e assistência de direção de Tiago Santana, e pesquisa e produção de Valéria Laena.

Fotos “poderosas” de 2011

Com o final de ano próximo, as famosas retrospectivas devem dar as caras, em breve. Na internet, como tudo é mais precoce, os destaques do ano já começaram a pipocar.

Uma coisa bacana que encontrei no Estadão, trata-se de uma seleção de fotografias feita por um site chamado BuzzFeed (acho que é um blog).

São 45 imagens dos mais diversos fotógrafos do mundo, em registros incríveis. Separei minhas três prediletas, mas vale a pena ver todas.

O antes/depois do tornado ocorrido em Maio, nos EUA. (zeitlosimagery)

Um senhor que perdeu o filho no atentado de 11 de setembro, nos EUA recorre às lembranças junto ao monumento construído no lugar das torres gêmeas. (Getty Images / Justin Lane)

Casal se beija em meio a um conflito entre polícia e torcedores, no Canadá. (Getty Images / Rich Lam)

A gota d’água virou tempestade?

Na postagem abaixo, repliquei um vídeo a respeito de uma campanha contra a usina de Belo Monte, no Para, que mostra um ponto de vista um tanto “trágico”. O movimento foi denominado Gota d’Água.

No entanto, dispostos a mostrar que a realidade não é bem a que os famosos disseram, acadêmicos de Engenharia Civil e Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) produziram um vídeo de contraponto. Nas informações relatadas, diversos argumentos são expostos e comparados com os do outro vídeo. Vale a pena assistir aos dois. E tirar as próprias conclusões.

Ah, o movimento recebeu o nome de Tempestade em Copo d’Água.

 

Que não seja a Gota d’Água

Se é a Gota d’Água, não sei. Espero que não.

Há algum tempo a Usina de Belo Monte, no Pará, tem sido destaque no cenário noticioso do nosso país (tenho acompanhado um pouco pela Caros Amigos). E hoje, voltou às manchetes, em razão de um vídeo. (Li no Estadão).

Lá, lugar de terras indígenas e também parte do pulmão do mundo, querem construir uma hidrelétrica. Obra esta, de R$ 24 bilhões que devem sair do bolso do povo brasileiro. Sem contar os danos ambientais, principalmente a longo prazo.

E quem se importa com as gerações futuras, não é? Os políticos, na maioria, certamente, não.

Mas para que entendam melhor, assistam ao vídeo publicado no site do movimento Gota d’Água, onde famosos esclarecem pontos importantes sobre a construção dessa babilônia.

Cores Unidas pela Benetton (ou por Benetton)

A primeira vez que ouvi falar em Benetton, no início dos anos de 1990, foi na voz de Galvão Bueno, ao narrar mais uma corrida de Fórmula 1. Recordo também do piloto: o alemão Michael Schumacher (obviamente existiram outros).

No entanto, mais que uma equipe de destaque nas pistas, a Benetton é uma das grifes de roupas mais conhecidas no mundo. Isso em razão da qualidade dos produtos, bem como às campanhas publicitárias executadas.

Tais campanhas, muitas delas criadas pelo fotógrafo, o italiano Oliviero Toscani, vão de encontro ao modo capitalista de divulgação e propagação de uma marca.

Resumidamente, ao invés de penetrar no inconsciente com um ritmo frenético de repetições midiáticas – das mais variadas formas – a Benetton arromba o consciente com imagens. Simplesmente imagens.

Embora alguns estudiosos afirmem não ser publicidade o que a Benetton faz, fica evidente que a marca se consolida facilmente em nossa massa cinzenta. E o mais estranho: sem dizer “me compre”.

Desse modo, o questionamento que muitos fazem, gira em torno da postura marca, que utiliza fortes aspectos sociais e culturais aliados ao nome da grife. Trata-se de um posicionamento que causa desconforto em muitos, e impressiona pela ousadia.

Por falar em ousadia, na tarde desta quarta-feira, dia 16, a Benetton lançou mais uma polêmica campanha.

Com o nome de UnHate (“deixe de odiar”), a United Colors of Benetton despertou alvoroço em várias partes do mundo, principalmente no Vaticano. Em uma das imagens, o papa Bento não sei das quantas beija uma autoridade muçulmana do Egito – no qual já tiveram algumas desavenças.

Além do papa, outros governistas como o presidente dos EUA, Barak Obama, Hugo Chávez e Nicolas Sarkozy também aparecem aos beijos – tudo é montagem de computador, que fique claro.

Contudo, ainda na tarde de hoje, o Vaticano se posicionou contra a campanha por meio de uma nota que diz ser de “uma falta de respeito grave ao papa”. Já o grupo italiano da Benetton, rebateu a rejeição com um lamento ao sentir-se “desolado com o fato de a utilização da imagem ter chocado tanto a sensibilidade dos fiéis”.

Pra ti ver, né! rsrsrs.

Então, pra não ficar sem ilustrar o que escrevi, seguem as imagens da campanha lançada na tarde de hoje. E algumas mais antigas também.

Fontes: UOL e F. São Paulo. Valeu!

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Pra dar vertigem!

Cá estou outra vez a falar sobre fotografia. Mas é algo que todos curtem. É bacana demais. Então, dessa vez o negócio é com imagens nas alturas.

Embora algumas vezes eu tenha subido em lugares para fotografar, nunca tive a coragem oportunidade para escalar algo tão alto e registrar.

Fato é que, se tivesse tal oportunidade não sei até onde subiria. Muito menos como desceria. Só de ver estas imagens me dá vertigem!

Para os que gostaram, sugiro que acessem o Fottus e vejam as outras quarenta e tantas imagens. Bora lá moçada!

História contada em desenhos na areia

Há alguns dias, assisti, na tevê (não encontrei o vídeo na internet – mas sei que tem) um brasileiro que faz desenhos com fios de cabelo em cima de uma lâmina de vidro onde a luz é projetada de baixo. Foi bacana, gostei. Mas eram apenas figuras.

No entanto, o que me surpreendeu foi outro vídeo semelhante. Uma jovem ucraniana, que também utiliza uma lâmina transparente com luz, cria desenhos na areia, apenas com os dedos (o rapaz aí em cima tem um palito para desenhar). O nome dela é Kseniya Simonova.

Só que ela vai além. A garota conta uma história por meio de uma sucessão de figuras.

Devido a facilidade em desmanchar os desenhos na areia e depois reconstruí-los, é possível entender e emocionar-se. Contudo é preciso lembrar um pouco das aulas sobre a Segunda Guerra Mundial nos tempos de escola.

Pois bem. Durante a Primeira Guerra (que ocorreu praticamente entre países europeus – mas os EUA estavam no meio do folião) a Ucrânia conseguiu um curto período de independência, entre 1917 e 1921. Depois foi incorporada à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 1922. Só que, dezessete anos mais tarde, em 1939, iniciou a segunda guerra, que durou até 1945.

Então, a partir daí, a história fica mais fresca na memória, principalmente pela segregação racial, cultural e religiosa imposta pelo partido nazista, de Hitler, além do genocídio (massacre em grande escala). E, embora tenham ocorrido períodos ou tentativas de negociação entre a URSS e Alemanha, os conflitos foram inevitáveis, as mortes também. Era guerra, definitivamente.

Depois destes argumentos fajutos sobre história, é hora de dizer o por quê da postagem e da enrolação sobre guerras.

É porque, no vídeo abaixo, Simonova conta um pouco sobre o período mais vermelho do século passado, a Segunda Guerra Mundial. Com o apoio de uma trilha e efeitos sonoros, ela consegue transmitir um pouco do sofrimento de milhares de famílias, vítimas de pensamentos desumanos e que, infelizmente, jamais serão esquecidos.

Importante: o vídeo é uma apresentação de Simonova na final de uma especie de reality show, versão ucraniana, chamado Got Talent, em 2009. Ela venceu, claro.

Obs.: Também gostei de Nothing Else Matters, do Metallica, que toca no final. Metallica, como o U2, se expressa contra as guerras, por meio da música e dos videoclipes. Embora a banda não tenha participado efetivamente de mobilizações políticas e sociais, o recado é dado abertamente.

Arte em grafite de Ricardo Fumanal

Há tempo tenho esse material aqui guardado. Baixei sem querer, nem sei de onde. Tratam-se de algumas ilustrações de um espanhol chamado Ricardo Fumanal, que atualmente reside em Londres.

Além de criativo, o cara manda ver na técnica e na perfeição dos traços. Nem é preciso dizer que o malandro tem conhecimento de textura, luz, sombra, perspectiva, volume e tudo mais.

Então, sem delongas, deixo aqui algumas imagens que vieram no download. Valeu moçada.

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