Itá encerrado o assunto…

Este texto recebi de um amigo de infância que hoje mora em Floripa. Willian (Hipo), abraço meu chapa!

Era uma vez, no velho Oeste…

O Abelardo Luz estava conversando com o Coronel Freitas, numa festa da Dona Irani, esposa do seu Dionísio Cerqueira, quando lhe contou o seguinte episódio:

Estava eu em um Novo Horizonte da vida, resolvi sair para um Descanso. Sentado à porta de um Barracão (é no Paraná, mas vale), deparei-me com uma Formosa menina, que se aproximava.

Agradeci a Santa Terezinha, que Progresso. Fiquei no Paraíso, mesmo estando no Sul do Brasil.

Pensei comigo mesmo, Quilombo, não suportei. Ela estava Lindóia, fui abrindo suas lindas perninhas para contemplar sua Anchieta, que Maravilha aquele Capinzal, que Riqueza ter na frente uma Princesa. E com a ponta dos dedos comecei a tocar o seu Vargeão, que Campina da Alegria.

Continua…

Bagunça organizada

Talvez eu seja um cara organizado e não tenha me dado conta. Registrei o estado em que se encontra minha mesa de estudos e trabalhos. Imaginava eu, estar bagunçada “pacarai”.

Foi então que enviei fotos à minha colega, Gabriele Welter e recebi a motivadora resposta de que na casa dela a coisa está bem pior. Não consigo deduzir como é que  tá o negócio por lá.

Mas enfim, vejam o que acham. Quem sabe, posso até dizer que estou com a bagunça organizada.

Valeu gente!

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Continua…

Censura ao humor, por Danilo Gentili

Acabo de ler na Folha de S. Paulo uma crítica do Danilo Gentili (repórter CQC) à censura ao humor nestas eleições. Já é de conhecimentos de todos, acredito eu, que caricaturar e satirizar candidatos está proibido e pode resultar em problemas.

Gostei muito das ilustrações que ele fez sobre o “andar da carruagem”. É muito esclarecedor!

Aí vai…

Em outras palavras, ele diz que o Legislativo cria a lei, o Judiciário aplica a lei. É exatamente assim mesmo. (figura 1)

Gentili 1

No entanto, após abordar o Legislativo (pelo CQC) percebeu que os políticos atribuiram a “culpa” ao Judiciário. (figura 2)

Gentili 2

O Judiciário então se defendeu. Disse que a “culpa” é do Legislativo, pois a lei existe desde 1997. (fugura 3)

Gentili 3

A partir daí, concluiu que a coitada da “culpa” tá num verdadeiro pingue-pongue. Do Legislativo pro Judiciário e do Judiciário devolta ao Legislativo.

Aí, sem muito mistério, Gentili constatou que, ao deixar de lado as opiniões dos dois poderes, quem leva ferro é o humorista.

Gentili 4

Se alguém não entendeu onde estão os interesses, repito a frase do Danilo Gentili:

- Está tudo bem entendido ou precisa desenhar?

[...]

Aconselho a lerem estas três publicações sobre o assunto

1- Com vídeo e charge, Danilo Gentili ataca censura ao humor nas eleições

2- Muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir, diz Danilo Gentili

3- TSE responde a Danilo Gentili por artigo sobre limitações de programas humorísticos

Só para exercitar o olhar

Moçada. Recebi por e-mail, imagens legais para exercitar o olhar. São figuras com alguns desenhos quase ocultos. Achei bacana, e compartilho com vocês. Olhem atentamente.

Cavalo ou sapoCavalo ou sapo?

Há uma cara nesta foto consegues vê-laHá um rosto nesta imagem.

Consegues ver o casal a beijar-seCasal se beijando.

Continua…

Dona Cristina perdeu a memória

Gente boa!

Hora ou outra, esquecemos de alguma coisa. Volta e meia, vivenciamos momentos nostálgicos. Vamos do esquecimento à lembrança, numa fração de segundos. Graças à nossa memória.

Sobre isso, Freud, Lacan e até mesmo um de nossos amigos que estudou psicologia teria muito a dizer. E seria bom ouví-los, deve ser legal.

Mas como não quero entrar em especificidades sobre a memória, e sim, apenas demonstrar como ela é valiosa para a gente, pularei esta parte teórica.

Vamos direto a um filme muito bacana. Trata-se de um curta metragem brasileiro, produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre. Assisti ao vídeo durante uma das aulas de telejornalismo e agora compartilho com vocês. O nome do curta é: Dona Cristina perdeu a memória. A sinopse está aqui e o filme está aqui.

Clique na imagem para assistir.

Dona Cristina Perdeu a Memória

Quero não perder o hábito, por precaução

Acabo de ler que o jovem brasileiro é um dos que menos paga por conteúdo na internet. A notícia vem do R7 (portal da Rede Record) e mostra que a moçada quer o negócio de graça “mearmo”. A pesquisa abordou músicas, videoclipes, imagens, textos e muita coisa (que nem imagino), inclusive informação ou notícia.

resampled_newspaper readers on couch

Foto ilustrativa, tirada da rede.

Pois bem. Antes de chegar aonde pretendo, quero expor uma frase de José Hamilton Ribeiro que ouvi no dia 14 de maio, quanto ele esteve aqui em São Miguel do Oeste: “Jornalismo é um produto caro. E bom jornalismo é um produto muito caro. Não vai ser uma pessoa sozinha que vai produzir jornalismo”. (Tá, e daí?)

Daí, que, embora ele falou com foco em telejornalismo, o pensamento se atribui a outras formas de jornalismo. A partir disso, comecei a repensar algumas coisas. Sabemos que a internet é hoje, fonte de informação de muitas pessoas. É uma fonte de conteúdo inesgotável, globalizada e de acesso imediato e multisensorial. No entanto há custos. Há muito trabalho e responsabilidade por detrás destas informações. (Grande coisa!)

Pois pode não ser grande coisa, mas me fez refletir. E admito, fiquei com a pulga atrás da orelha. Falo isso porque sempre fui a favor de uma “internet livre para todos”. Penso que o governo precisa deselitizar o acesso e fornecer oportunidade para qualquer cidadão. Penso também que o conteúdo tem de ser gratuito, principalmente o noticioso. É inaceitável que alguém nos prive de obter informação. E por fim, acredito que a internet é um dos caminhos para a democratização da mídia.

No entanto, há um contraponto nessa história. Falo das pessoas que produzem conteúdo ou das empresas que pagam quem produz (e aqui vale prá música, prá vídeo e tantas outras coisas). Estas pessoas ou empresas possuem gastos. E, de alguma forma, precisam cobrir estas despesas. Trata-se de uma lógica de mercado, no sistema capitalista. E acho justo.

Então, tenho me perguntado se pagaria para ler uma notícia na web. Ou quem sabe, para assistir uma reportagem na internet, que passou na TV e perdi por ter pego no sono. Ou ainda, se pagaria para ver as “fotos extras” da fulana de tal peladinha na praia. Não consigo, de imediato, me responder. E nem sei se tão cedo encontrarei a resposta.

Mas e você, pagaria para obter informação na internet? Se sua resposta for um enérgico “não pagaria”, repense! Pois quem nos garante que daqui algum tempo, quando nos tornarmos mais dependentes ainda da internet, muita informação não venha a ser cobrada da gente?

Por essas e outras que ainda pago minhas assinaturas de jornais, revistas e compro livros. Quero não perder este hábito, por precaução.

Em breve, mais tiroteio

Acabo de assistir no Let’s Blogar, o trailler do Tropa de Elite 2. Acredito que é desnecessário explicar que filme é este.

Gostei do negócio! Até onde percebi, o filme deve ser bom mesmo. Notei que a nova abordagem puxou mais para o lado do “querer mudar”, ao invés de apenas retratar o que ocorre naqueles locais. Bacana! O que não tira a reaildade da situação existente no RJ. Mas talvez seja apenas uma impressão equivocada por minha parte, pois só assisti ao trailler. Espero que não.

Os personagens principais, estão, na maioria, por lá outra vez. Só que o legal mesmo, que ainda permanece, é o seguinte: a luta do Capitão Nascimento contra o que ele chama de “sistema”. Então, penso que conheceremos em breve, outras faces da polícia carioca.

O lançamento, segundo o site oficial do Tropa 2, está marcado para 8 de outubro em mais de 600 salas, no primeiro final de semana.

Criatividade na fotografia, mais uma vez

A fotografia é algo que surpreende mesmo. Ja havia visto algo parecido na internet, mas estas aqui são muito legais mesmo. Foram produzidas por um sueco chamado Carl Kleiner. Encontrei o material no Obvious e recomendo do site. Tem muita informação bacana por lá.

Carl Kleiner1Carl Kleiner5

Continua…

O pouco representa o muito

Tenho uma frase aqui: “Árabes, israelitas, iranianos, todos dividem algo da cultura, mas o que tem causado tanto sofrimento aos nossos povos é a política”. Quem a disse, foi uma professora e escritora iraniana, nesta semana, à uma repórter do Estadão. A professora chama-se Azar Nafisi, participou de um evento literário aqui no Brasil (Flip – Festa Literária Internacional de Paraty/RJ).

azar

Azar Nafisi, foto de Tasso Marcelo/AE (Tirei do site do Estadão)

Quando li a frase, logo anotei num bilhete. Guardarei para a posteridade. Nafisi argumentava sobre o caso polêmico em que uma mulher foi condenada a morte por apedrejamento, no Irã, “país de Ahmadinejad”. Prá não gerar dúvidas, “a condenada” não apedrejou ninguém. Querem matá-la a pedradas mesmo. Sakineh é o nome dela.

A condenação, segundo a escritora, não é muito comum no país, mas ainda persiste. Ela conta que além de Sakineh, existem outras “na fila da pedrada”. A moça é acusada de praticar adultério (atitude inconcebível em muitos países). Já mostrei aqui no blog o que fazem com meninas na África e na Ásia para que não venham a cometer adultérios no futuro – cortam-lhes o clitóris, ainda jovens. Clique para ler. Contudo, não entro em detalhes, prefiro seguir o rumo da conversa.

Em questão de minutos vi, na internet, duas notícias a respeito da violência contra mulher. A primeira fala a respeito de uma cantora norte-americana famosa que apanhou do namorado e agora participou de um clipe musical onde faz referência à violência doméstica. A outra notícia é que, no Rio de Janeiro, a cada hora, um processo é aberto por violência contra mulheres. Se pesquisar, tem muito mais.

Mas voltemos os olhos ao início do texto para reler a frase de Azar Nafisi. Ela, de certa forma, responsabiliza a política por ainda ocorrerem coisas assim (o Irã é bem diferente do Brasil). Por um lado ela tem razão, mas não seria a política a única (ir)responsável. Há mais a quem “culpar”, principalmente nos países ocidentais.

No entanto, já que o assunto discorreu e caiu em política, concluo com política. Estamos em ano eleitoral. São propostas, promessas, ilusões. Grande parte dos candidatos trabalha nesta perspectiva. E somos nós (povão brasileiro) quem os escolhe para nos representar. Sempre foi assim, sempre será. O Pouco representa o muito.

E nessa perspectiva de que o pouco representa o muito, pensemos na mensagem que Sakineh, Ahmadinejad (mais o Lula, se alguém achar que deve ficar dentro da história) nos passaram. Não há como fugirmos da política. Por mais que digamos, “quero nem saber de política”, seremos sempre parte/dependente dela. Se a ignorarmos, assinaremos nosso papel de marionetes num teatro com bobos da corte. Façamos política com responsabilidade!

Obs.: o fato de anotar a frase aprendi ao ler um senhor chamado Luiz Carlos Prates.

Veja seu horóscopo de um modo diferente

Frio pra baralho! Tem nevado um tantinho aqui em SC. Mas é lá na serra, ainda bem. Veja fotos.

Encontrei aqui umas ilustrações bem legais sobre horóscopo. Algumas engraçadas, outras nem tanto. Então, com a ajuda de uma amiga, soube que aniversariantes de hoje, são do signo de Leão.

Como a ilustração de Leão é sem graça, vou postar a que achei mais bacana. Mas se alguém quiser olhar os demais, o link para é este aqui.

Então valeu gente boa! E que esfrie de uma vez por todas. Não aguento mais esse frio meia-boca!

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